|
| |
|
|
| |
Baterias Li-Po Flight Power - Utilização

As baterias lítio-polímero para aeromodelismo da marca Flight Power são as mais vendidas em todo o mundo e a razão disso é a sua altíssima qualidade, tecnologia de ponta e preços extremamente competitivos.
A série EVO LITE é caracterizada pelo baixo peso e baixo custo. São baterias com capacidade de carga na faixa de 18 a 28 vezes sua capacidade nominal (18C / 28C) e especialmente apropriadas para modelos do tipo “fomies”(espuminhas), park flyers, modelos médios equivalentes ao tamanho básico dos motorizados com motores .46/.50 glow e também para modelos acrobáticos onde o peso e a duração do vôo são fatores determinantes.
Nesta série estão inclusas uma bateria de 800mAh para o helicóptero Blade e uma 2500mAh para o T-Rex , além de várias outras aplicações.
Outra série, a EVO 25 é composta de baterias potentes com boa capacidade de descarga o que mantém uma temperatura mais baixa com melhor aproveitamento da energia armazenada. Chamamos a atenção para a bateria de 2170mAh com 3 células, um grande sucesso de vendas e ideal para o helicóptero T-Rex 450 assim como a 5000mAh de 6 células para o T-Rex 600.
A Flight Power também tem baterias Li-Po para transmissores e receptores de rádio além de um excelente balanceador.
Todas as baterias são produzidas com cuidadosa seleção e casamento de cada célula utilizada.
A linha de baterias Li-Po Flight Power distribuídas pela Diniz Esteves estão descritas a seguir com breve sugestão de suas aplicações:
Série EVO 25

EVO25-18003S - 1800mAh 3S 11,1V LiPo Evo25 25C
- Compatível com o helicóptero Blade 400 e aviões elétricos de 600g a 1000g que necessitam de alta taxa de descarga.
EVO25-21703S - 2170mAh 3S 11,1V LiPo Evo25 25C
- Desenvolvida para que o helicóptero T-Rex 450 voe no limite do 3D e para aviões elétricos de 700g a 1100g que necessitam de alta taxa de descarga.
EVO25-5006S - 5000mAh 6S 22,2V LiPo Evo25 25C - Brick
- Desenvolvida para o helicóptero T-Rex 600 e aviões elétricos de 2.5Kg a 4Kg - Alta taxa de descarga.
Série EVO LITE

EVOLITE-03502S - 350mAh 2S 7,4V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em micro aviões.
EVOLITE-03503S - 350mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em micro aviões.
EVOLITE-08002S - 800mAh 2S 7,4V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em pequenos aviões de foam (tipo isopor) e helicópteros.
EVOLITE-08003S - 800mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em pequenos aviões de foam e helicópteros.
EVOLITE-13452S - 1345mAh 2S 7,4V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em aviões de foam de 400g a 600g e helicópteros.
EVOLITE-13453S - 1345mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em aviões de foam de 400g a 600g e helicópteros.
EVOLITE-16003S - 1600mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- Uso geral em aviões de foam de 500g a 900g e helicópteros.
EVOLITE-21003S - 2100mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- Compativel com o helicóptero T-Rex 450 e aviões elétricos de 600g a 1100g - A bateria mais utilizada no uso geral desta classe.
EVOLITE-21004S - 2100mAh 4S 14,8V LiPo EvoLite 18C
- ideal para motores similares ao E-Flite Power 15.
EVOLITE-25003S - 2500mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- Desenvolvida para o T-Rex 450 e aviões elétricos de 700g a 1100g - Mesmo peso das baterias de 2100, mas com maior duração.
EVOLITE-25004S - 2500mAh 4S 14,8V LiPo EvoLite 18C
- ideal para motores similares ao E-Flite Power 15.
EVOLITE-42703S - 4270mAh 3S 11,1V LiPo EvoLite 18C
- ideal para motores similares ao E-Flite Power 25.
EVOLITE-42704S - 4270mAh 4S 14,8V LiPo EvoLite 18C
- ideal para motores similares ao E-Flite Power 46.
EVOLITE-42706S - 4270mAh 6S 22,2V LiPo EvoLite 18C
- Uso em aviões de 2.5Kg a 4Kg para motorização similar a um E-flite Power 60.
EVOLITE-BLADE - 800mAh 2S 7,4V LiPo EvoLite 18C - Blade Upgrade
- Bateria especial para Blade CX2 - Maior taxa descarga, acompanha os plugs compatíveis.
Baterias p/ Receptores e Transmissores RC

EVORX-21002S - 2100mAh 2S 7,4V EVO-RX
-Bateria p/ receptor c/ cabo JR - Bateria essencial para quem utiliza servos de alto torque - Necessita de regulador de voltagem.
EVOTX-15003S - 1500mAh 3S 11,1V EVO-TX bateria p/ TX JR e Spektrum
- Bateria para transmissores JR ou Spektrum - Prolongue a duração do radio em 3 horas e reduza o peso.
Balanceador LiPo

FPVBALCOMPLETE - V-Balance - Balanceador de bateria 2S-6S completo
- Item indispensável na utilização das baterias. Funciona com qualquer carregador e acompanha todos os cabos necessários.
Voltar topo
Matéria:
http://www.dinizesteves.com.br
|
o |
| |
|
|
| |
|
|
| |
Setups dos rádios DX7 e XP7202
Como fazer a mixagem de dois servos no profundor, ailerons e flaps nos rádios Spektrum DX7 e JR 7202.

Para se ter uma visão das possibilidades de programação dos rádios computadorizados é muito importante entender o conceito das funções e o funcionamento dos canais master (mestre) e slave (escravo ou irmão) nas mixagens.
Portanto são essenciais a leitura atenta do manual e a compreensão das funções através de experiências, ou seja; acionando os servos e observando os resultados.
Não faz sentido, por exemplo, o uso de um cabo reversor de servos, se seu rádio tem mixagem programável que possibilita o uso de dois canais para acionar cada metade de um profundor com todas as possibilidades de ajustes para cada servo.
Aqui estão reproduzidas as orientações do famoso piloto/projetista Mike McConville para fazer o setup mais adequado e mais rápido para um modelo com um servo instalado em cada metade do profundor e um servo/canal para cada metade dos ailerons com ou sem o uso dos flaps nos rádios Spektrum DX7 e JR XP7202:
PROFUNDOR COM DOIS SERVOS E AILERONS COM DOIS SERVOS - SEM FLAPS
Inicialmente vamos conectar os servos do profundor e do aileron ao receptor:
1. Profundor do lado direito (visto por trás do modelo) conectado no canal ELEV.
2. Profundor do lado esquerdo conectado no canal AUX 2.
3. Aileron do lado direito conectado no canal AIL.
4. Aileron do lado esquerdo conectado no canal FLAP (AUX 1).
5. Leme e motor nos respectivos canais.
Programação do transmissor:
1. Entre no modo de Set-up (mantenha simultaneamente apertados para baixo os botões SCROLL e SELECT enquanto liga o transmissor).
2. Navegue com o botão SCROLL até a tela INPUT SELECT.
3. É importante inibir todas as chaves e botões que possam atuar nos canais slave (AUX2 e FLAP) para que não aconteça de você inadvertidamente acionar um comando não esperado. Para isso, selecione e com o botão ADJUST coloque AUX em INH, AUX2 TRIM em INH, FLAP em INH, FLAP TRIM em INH.

4. Navegue com o botão SCROLL até a tela WING TYPE.
5. Ative a função FLAPERON.

Set-up do Profundor:
1. Aperte simultaneamente DOWN e SELEC para gravar as modificações e aperte CLEAR para passar a transmitir. Acesse a Modalidade de Funções (modo normal de programação), apertando simultaneamente o botão DOWN (botão scroll para baixo) e SELECT.
2. Vá para a Mixagem Programável 6 (PROG.MIX6) (ou PROG.MIX5 pois, as mixagens programáveis 5 e 6 são as que tem o trim funcionando nos dois canais mixados). aperte o botão ADJUST para ativá-la. Coloque ELEV como master e AUX2 como slave.

3. Vá para a tela SUB TRIM e ajuste o neutro do profundor do lado direito com o canal ELEV e o neutro do profundor do lado esquerdo com o canal AUX2.

4. Vá até TRAVEL ADJUST. Ajuste o curso do profundor do lado direito com o ELEV ajustando o percentual correto de movimento para baixo (D) e para cima (U).

5. Volte para a PROG.MIX6 e regule o curso do profundor do lado esquerdo para acompanhar o curso do lado direito usando os valores de mixagem para cada direção dos stick.

Set-up do Aileron:
1. Vá para a tela SUB TRIM e no canal AILE ajuste o neutro do aileron do lado direito. O neutro do aileron do lado esquerdo é justado no canal FLAP.
2. Vá para a tela TRAVEL ADJUST. Ajuste o curso desejado (a quantidade de movimento) para o aileron do lado direito usando AILE.
3. Ajuste o curso desejado (a quantidade de movimento) para o aileron do lado esquerdo para equipará-lo ao movimento do aileron direito usando FLAP.
Daqui para a frente as funções Dual Rate, exponencial e mixagens programáveis irão funcionar normalmente como se o profundor e os ailerons estivessem ligados a apenas um canal.
AILERON DUPLO (1 servo para cada aileron)
COM FLAPS
As conexões no receptor:
1. Aileron direito no canal AIL
2. Aileron esquerdo no canal AUX 2
3. Flap no canal Flap (AUX 1)
4. Leme, profundor e motor nos canais normais.
Programação do transmissor:
1. Entre no modo de Set-up (mantenha simultaneamente apertados para baixo os botões SCROLL e SELECT enquanto liga o ransmissor).
2. Navegue com o botão SCROLL até a tela INPUT SELECT.
3. Selecione AUX2 e com o botão ADJUST coloque AUX2 em INH, AUX2 TRIM em INH e deixe FLAP em SYSTEM. Coloque FLAP TRIM em INH. Isso desliga o canal AUX2 da chave.

4. Navegue com o botão SCROLL até a tela WING TYPE.
5. NÃO ative Flapperon na tela WING TYPE. O Flapperon tem que estar DESATIVADO.

Setup do Aileron:
1. Aperte simultaneamente DOWN e SELEC para gravar as modificações. Aperte CLEAR para passar a transmitir. Vá para tela do modo normal de Programação apertando simultaneamente para baixo os botões SCROLL e SELECT.
2. Acesse a tela P-MIX6. Coloque AILE como master e AUX2 como escravo. Coloque os valores de mixagem em 100% em ambas as direções do stick.

3. Vá para a tela SUB TRIM e ajuste o neutro do aileron direito com o canal AILE e o neutro do aileron esquerdo através do canal AUX2. Antes disso, se a direção de um ou ambos os ailerons estiver trocada, vá para a tela REVERSING SW e faça a reversão do canal apropriado (2, 7 ou ambos).

4. Vá para a tela TRAVEL ADJUST. Ajuste o curso desejado (a quantidade de movimento) para o aileron do lado direito usando AILE.

Setup do Flap:
1. Entre no modo normal de programação.
2. Vá para a tela SUB TRIM e coloque os flaps no neutro usando o canal FLAP.
3. Vá para a tela FLAP SYS. Ajuste o curso desejado para cada uma das 3 posições da chave do Flap. Você pode também colocar aqui, uma compensação de profundor para cada uma das 3 posições dos flaps. (Normalmente será 0 para a posição neutra e as outras de acordo com o necessário após testar em vôo as posições intermediária e total dos flaps.)

Voltar topo
Matéria:
http://www.dinizesteves.com.br |
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
Como Calcular a Motorização para os Elétricos

A Horizon distribuidora dos motores elétricos E-flite nos EUA disponibilizou em seu site esta orientação para facilitar a escolha de motores e baterias adequados aos vários tipos de aeromodelos, de acordo com o desempenho que se espera dos mesmos.
COMO DETERMINAR A POTÊNCIA:
1. A potência deve ser medida em Watts. Por exemplo: 1 horsepower = 746 watts.
2. Você pode ficar sabendo a quantidade de watts multiplicando “volts x “amperes”. Por exemplo: 10 volts x 10 amperes = 100 watts.
Volts x Amperes = Watts
3. Você pode ficar sabendo a quantidade de potência que seu aeromodelo precisa baseando-se no resultado da divisão de Watts pelo peso total do aeromodelo com a baterias(s) instalada(s):
- 0,11 a 0,15 watts por grama (50-70 watts por libra):
Potência mínima para um desempenho decente, boa potência para aeromodelos slow-flyers e park-flyers de baixa carga alar.
- 0,15 a 0,20 watts por grama (70-90 watts por libra):
Aeromodelos treinadores e escala de vôo lento.
- 0,20 a 0,24 watts por grama (90-110 watts por libra):
Aeromodelos esporte-acrobáticos e aeromodelos escala de vôo rápido.
- 0,24 a 0,29 watts por grama (110-130 watts por libra):
Aeromodelos acrobáticos avançados e modelos de alta velocidade.
- 0,29 a 0,33 watts por grama (130-150 watts por libra):
Aeromodelos 3D com baixa carga alar e aeromodelos ducted-fan.
- 0,33 a 0,44 ou mais watts por grama (150-200+ watts por libra):
Aeromodelos 3D de desempenho ilimitado.
|
NOTA: Estes parâmetros foram desenvolvidos baseados nos motores E-flite. Portanto podem variar ao se usar outras marcas de motores e também dependem de outros fatores tais como a eficiência da hélice.
Um exemplo da aplicação destes parâmetros:
4. Determine a potência necessária para conseguir o desempenho desejado:
Aeromodelo: Miss America da Hangar 9
Peso estimado com a bateria: 4.082 g (9.0 libras)
Desempenho desejado: 0,20 a 0,24 watts por grama (média 0,22): aeromodelos escala de vôo rápido.
4082 g x 0.22 watts = 898 watts que é então a potência necessária para que o modelo tenha o desempenho desejado.
5. Determine um motor adequado para a necessidade de potência do aeromodelo. As dicas abaixo podem ajudá-lo a determinar a capacidade de fornecer potência de um motor em particular.
Geralmente os fabricantes especificam seus motores para uma faixa de voltagem (quantidade de células), corrente normal (amperagem) e pico de corrente máxima. Na maioria dos casos a potência que um motor pode ser determinada da seguinte forma:
- Voltagem média (número de células) x Corrente normal (amperagem) = Watts contínuo.
- Voltagem média (número de células) x Corrente maxima de pico = Watts máximo (pico de potência).
DICA: A voltagem típica sob carga de uma célula de NiCad ou NiMH é 1,0 volt. De uma célula Li-Po sob carga é de 3,3 volts. Isto significa que a voltagem típica normal sob carga de uma bateria Ni-MH de 10 células é aproximadamente 10 volts e uma bateria Li-Po de 3 células é aproximadamente 9,9 volts. Devido a variações de desempenho das baterias, a voltagem sob carga pode ser maior ou menor. Entretanto, estes são bons pontos de partida para os cálculos iniciais.
Aeromodelo: Miss America da Hangar 9
Peso estimado com a bateria: 4.082 g (9.0 libras)
Motor: Power 60
Corrente maxima contínua: 40A*
Corrente máxima de pico: 60A*
Número máximo de células (Li-Po): 5-7
6 Células, Capacidade de potência contínua: 19.8 Volts (6 x 3.3) x 40 Amperes = 792 Watts
6 Células, Capacidade de potência máxima (pico): 19.8 Volts (6 x 3.3) x 60 Amps = 1188 Watts
Por este exemplo, o motor Power 60 (usando uma bateria 6s = 6 células em série) pode oferecer até 1188 watts de potência por curtos períodos, perfeitamente capaz de motorizar o P-51 Miss América com o nível desejado de desempenho (que requer o mínimo de 898 watts). Você deverá entretanto ter certeza que a bateria escolhida pode suprir adequadamente a corrente necessária. Você precisa gerenciar cuidadosamente a aplicação da aceleração ao motor e permitir a refrigeração adequada para o motor, controlador de velocidade e bateria.
Voltar topo
Matéria:
http://www.dinizesteves.com.br |
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
O Balanceamento Correto das Hélices
Para não desmanchar prematuramente seu modelo...
...os rolamentos dos motores...os servos...os...
Os atuais modelos acrobáticos são desenhados na procura do máximo desempenho. Assim sendo, a estrutura dos melhores modelos são projetadas para terem resistência e o mínimo de peso compatível com os esforços impostos pelas manobras. O equilíbrio entre peso e resistência, além de outros fatores, permite que sejam feitas manobras anteriormente consideradas impossíveis.
Para que o conjunto que forma a máquina acrobática funcione perfeitamente e com segurança, é necessário além dos cuidados com o vôo em si, respeitando o envelope do aeromodelo, uma escolha criteriosa dos componentes e acessórios. A hélice é um destes componentes. Sua escolha para se conseguir máxima performance depende de vários fatores, mas para a saúde estrutural de qualquer modelo não há dúvidas; o seu balanceamento é fundamental. Um motor potente com uma hélice e/ou spinner desbalanceados fragilizam de tal forma principalmente os modelos para manobras 3D com suas estruturas projetadas como descrito acima, que trincas e rachaduras logo aparecem encurtando em muito a vida do modelo quando não acarretam falha estrutural sem aviso! Portanto vale a pena aqui repetirmos os procedimentos para o correto balanceamento das hélices (e spinners).
O Balanceamento Correto
O modelista coloca a hélice no balanceador e quando a hélice pára por duas ou três vezes na horizontal considera o balanceamento pronto. Não é o caso! Um interessante artigo de Jim Newman publicado na revista Model Airplane News chama a atenção para o fato que nesta condição a hélice está apenas 50% balanceada! Se uma hélice pára horizontalmente sempre com a mesma borda para baixo, esta borda está pesada.

Antes de fazer o balanceamento, verifique a posição do furo. Este deverá estar exatamente centralizado. Verifique a distância do furo até as pontas das pás e seu alinhamento (ao girar a hélice suas pontas deverão passar exatamente sobre o mesmo ponto).
Use o seguinte processo para balancear corretamente suas hélices:
a) Marque uma linha longitudinal passando exatamente pelo centro da hélice.
b) Faça 4 marcas (A, B, C e D) uma em cada quadrante.
c) Coloque a hélice verticalmente no balanceador com a pá marcada A-C para cima.
d) Se a pá A-C “cair” no sentido anti-horário, por exemplo, então a área do bordo de ataque A está pesada e deverá ser lixada com cuidado (fig. 1). Da mesma forma se “cair” no sentido horário, a área do bordo de fuga C é que está pesada, é ela que deverá ser lixada (fig. 2).
Obs. Não lixe a face inferior da hélice, lixe suavemente a parte superior.

e) Quando a hélice consistentemente parar na diagonal, como no caso ilustrado na fig. 3, a área do bordo de ataque D deverá ser lixada; no caso da fig.4 é a área do bordo de fuga B que está pesada.

f) O balanceamento estará completo quando a hélice parar aleatoriamente em posições diferentes sempre que for movimentada.
Finalizando o Procedimento
Após feito o balanceamento na hélice de madeira é interessante selar com verniz a madeira exposta. Algumas poucas “passadas” com lixa fina restaura novamente o balanceamento. Com hélices de nylon reforçado o uso de um pano com polidor de metais retorna o brilho natural do material.
Não se esqueça de também balancear o spinner usando o mesmo procedimento feito com a hélice; retirando cuidadosamente material da parte mais pesada no interior do spinner. Isto feito, você sentirá a diferença!
O uso de um bom balanceador é essencial. A Diniz Esteves distribui o balanceador da DU-BRO (DUBR 499), que aceita todos os tamanhos de hélices usadas em modelismo e o balanceador magnético da TOP FLITE (TOPQ 5700). Uma base firme e perfeitamente plana deve ser utilizada principalmente para as hélices grandes.
Voltar topo
Matéria:
http://www.dinizesteves.com.br
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
Dicas para o Iniciante em Aeromodelismo R/C
Dicas para você que vai iniciar-se no aeromodelismo rádio-controlado.
O Aeromodelo
O aeromodelo mais adequado para os primeiros vôos deverá ser bastante estável, resistente, com carga alar adequada, simples e é claro; fácil de voar. Hoje temos à disposição os modelos treinadores "RTF" (Prontos-para-voar) que são o máximo de praticidade e facilidade para quem quer aprender à voar. Estes modelos são completos com o sistema de rádio e motor instalados, o principiante não precisa se preocupar com a instalação destes componentes. A montagem dos RTF é muito rápida e simples.
Utilizando o conceito RTF o "Arrow RTF 40" (HAN 2550) da Hangar 9, tem como característica principal sua asa com perfil semi-simétrico que permite uma melhor execução de algumas manobras de iniciação acrobática e facilita os pousos.
O "Arrow RTF 40" vem equipado com o motor Evolution Trainer Power System de fácil partida e excelente funcionamento. O motor Trainer Power System utiliza uma hélice tripá que modera a velocidade e aumenta a tração do modelo além de contribuir para a diminuição de ruído dando mais tranquilidade ao principiante. O equipamento de rádio JR Sport S400 já vem instalado no Arrow RTF 40.
Dentre os “quase pronto para voar” (ARF em inglês), ou seja, modelos já entelados mas com um pouco mais de componentes a serem montados, está a versão ARF do Arrow o "Arrow .40 Semi-Simétrico Trainer ARF" (HAN 2625) e o famoso treinador "Avistar" (HCAA 2016) ARF, da Hobbico.

O perfil de asa do “Avistar”, assim como o do "Arrow", facilitam a execução de algumas manobras acrobáticas e torna o pouso mais preciso.
Estes modelos são ideais para os econômicos motores da faixa de .40 polegadas cúbicas.
Caso o principiante queira utilizar um motor de maior cilindrada como um .61 por exemplo, poderá optar por um "Hobbistar .60 MkIII" (HCAA 2125) outro excelente treinador ARF da Hobbico.
Para o aeromodelista que já tenha experiência de montagem e gosta de construir existem dois excelentes kits da SIG; o "Kadet Senior" (SIG RC58) e o "Kadet Seniorita" (SIG RC60).
Um tipo de aeromodelo antes fora de cogitação para os vôos iniciais do aprendiz era o asa baixa reprodução de um caça. Hoje, com cuidados especiais de projeto e aplicação de alguns dispositivos, pode-se fazer também a iniciação no vôo com um P-51 Mustang. Este modelo é o RTF (Pronto para Voar) "P-51 Mustang PTS" (HAN 2825) da Hangar 9 completo com rádio e motor instalados.

O sistema PTS (Sistema Progressivo de Treinamento) permite que se utilize esse modelo para os vôos iniciais como um modelo "trainer" tradicional. Quando o aluno estiver habilitado, ele pode retirar os dispositivos que tornam o modelo "manso" e voar o P-51 Mustang como um modelo esporte acrobático semi-escala.
O motor
Para iniciar, um motor .40/.46 é a melhor escolha. Os motores Evolution Trainer Power System, Evolution .46NT, OS .40LA e OS .46LA são os mais econômicos.
Para o funcionamento do motor é necessário adquirir a vela do tipo “glow”. Para os motores OS 40/46LA as velas indicadas são as OS A3 ou OS nº 8.
As revendas Diniz Esteves possuem as hélices Master Airscrew e APC nas medidas corretas para estes motores.
O rádio controle
O principiante pode começar com um rádio simples com 4 canais no mínimo, um canal para cada comando básico. Por ex. o JR Sport "S400" da JR.
Pensando mais a frente, um rádio como o XP7202 de 7 canais PCM sintetizado computadorizado da JR, acompanhará o aeromodelista na passagem para modelos mais complexos.
Acessórios básicos indispensáveis

Todo aeromodelista precisa ter uma caixa de campo para transportar e acondicionar os acessórios necessários para as sessões de vôos.

Para funcionar o motor é preciso usar uma bateria de partida que se encaixa na vela para “acendê-la”. Vários tipos de bateria de partida são oferecidos pela Hangar 9 e Hobbico.

Quando for instalar uma vela no motor, lubrifique a rosca e enrosque a vela cuidadosamente com a mão. Aperte moderadamente a vela usando uma chave de vela, nunca use alicate!

O acionamento da hélice deve ser feito com um bastão de segurança para partida manual ou através de um “starter” elétrico para os motores com rolamento.

Para evitar aborrecimentos, o aeromodelista deve usar um combustível de qualidade de acordo com as especificações constantes do manual do motor.
Uma Bomba de combustível manual é usada para o abastecimento do aeromodelo. É importante que um filtro de combustível seja instalado na saída do tubo de abastecimento conectado à bomba.
É muito importante também que seja usado um óleo “After Run” para manter o motor livre de corrosão. Ao término dos vôos, todo o combustível deve ser retirado do motor e aplicado o óleo “After Run” de acordo com as intruções. Temos os óleos: HCAP 3000 - Óleo After Run, 2 oz da Hobbico e o PT-31 - After Run – Óleo anti-corrosivo para motores glow – 30ml da ZAP.
Outros Acessórios
Aqui estão itens que são incrementos de alguns dos acessórios básicos e os substituem oferecendo maior conforto e facilidade de uso:

A maleta HCAP 2010 - Maleta de alumínio para transporte de 1 rádio da Hobbico, protege seu transmissor contra choques, poeira, etc.

O HCAP 2200 - Tubo retrátil p/ abastecimento é prático pois alcança o seu modelo à uma boa distância e se recolhe ocupando pouco espaço.
A bomba de combustível elétrica é uma opção à bomba manual. Enche e esgota o tanque muito rapidamente: HCAP 3105 - Bomba de combustível 12V.
Para conectar o tubo retrátil para abastecimento ao galão de combustível use as Conexões para instalação de mangueira ao galão de combustível DUBR 807 - “Quick Fill Fuel Cap” da DU-BRO.
A não ser no caso de motores sem rolamento, o starter elétrico é a melhor opção para a partida rápida e segura dos motores. Para a maioria dos motores de 4 tempos a partida com uso do starter elétrico é obrigatória. Temos o HCAP 3200 - Starter .90 da Hobbico e o KAVA 111 - Starter com engrenagem planetária da Kavan.
Para acionamento do starter é necessária uma bateria HCAP 0800 - Bateria 12V 7Amp. "Torque Master". A bateria de campo “Torque Master” deve ser acondicionada na caixa de campo e ligada a um painel como o HCAP 0301 - Micro painel p/ caixa de campo. Este painel tem saída para bomba elétrica / starter e pode dispensar a bateria de partida, pois a vela é ligada à bateria de campo através do painél que pode inclusive controlar o “calor” da vela (mesmo assim é uma boa idéia ter também a bateria de partida como backup).
Com estes equipamentos e a orientação do instrutor você estará pronto para iniciar seu aprendizado.
Muito importante !
É fundamental que o principiante procure a ajuda de um instrutor capacitado. Não tente voar sozinho! Procure se informar nas lojas especializadas acerca dos clubes de aeromodelismo existentes em sua cidade. Nos clubes filiados à COBRA - Confederação Brasileira de Aeromodelismo, você terá condições de praticar o hobby com orientação adequada e segurança.
Voltar topo
Matéria:
http://www.dinizesteves.com.br |
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
A bateria de Níquel-Cádmium
A grande maioria das quedas "misteriosas" quando tudo está aparentemente perfeito e o modelo voando muito bem são causadas por falha na manutenção da bateria de níquel-cádmium.
Material publicado na revista "ESPORTE MODELISMO" nº 147
A grande maioria das quedas "misteriosas" quando tudo está aparentemente perfeito e o modelo voando muito bem são causadas por falha na manutenção da bateria de níquel-cádmium.
Uma bateria ou "pack" é composta de células ou pilhas ligadas em série.
A célula NiCd é constituída por um invólucro cilíndrico de aço revestido internamente com níquel que funciona como o terminal negativo. Este cilindro é fechado com uma tampa, isolada eletricamente por um anel, que funciona como terminal positivo. O material ativo da placa positiva é o oxihidróxido de níquel (NiOOH) e o material da placa negativa é o cádmium que durante a descarga da pilha passa por um processo de oxidação liberando elétrons. As placas positiva e negativa são enroladas e isoladas entre si por um separador poroso de nylon ou polipropileno. Este separador além de isolar as placas, contém o eletrólito onde a reação química ocorre. O eletrólito é uma solução de hidróxido de potássio (KOH). Os materiais ativos das placas passam por mudanças no estado de oxidação durante os processos de carga e descarga mas não são dissolvidos pelo eletrólito. Por não haver perda de material é que as pilhas NiCd apresentam vida longa além de apresentar voltagem constante durante quase todo o período de descarga.
Existe um mecanismo de segurança composto por uma junta em elastômero e um disco de aço mantido fechado por uma mola que se abre ("ventila" a célula) quando ocorre um grande aumento da pressão interna. Isto pode acontecer quando há uma sobrecarga da célula gerando uma quantidade excessiva de oxigênio que não pode ser absorvido.
CAPACIDADE
A capacidade ou quantidade de carga que pode ser armazenada em uma célula NiCd é expressa em miliamperes/hora (mAh) e corresponde a uma estimativa da quantidade de carga fornecida por uma célula relativamente nova totalmente carregada por um período de uma hora.
O símbolo "C" corresponde à capacidade da célula e é usado para estabelecer taxas de carga e descarga das baterias. Por exemplo: O "C" de uma bateria de 600mAh é 600 e a taxa de carga recomendada para bateria de receptores é de C/10 ou seja: 60mAh durante 10 horas de carga. (Em carga lenta, é normal acrescentar mais aprox. 50% do tempo de carga para compensar ineficiências do processo ou seja: 10 + 5 = 15 horas). Taxas de carga maiores que C são consideradas carga-rápida. (P. ex.: 2C em uma bateria de 1400 corresponde a uma corrente de carga de 2x400mAh = 2800mAh ou 2,8 A).
TIPOS DE BATERIA NiCd
Além das diferentes capacidades, existem diferenças na resistência interna das células NiCd.
Basicamente existem 3 tipos de célula NiCd:
Normal - Usada para baterias do sistema de rádio. Sua resistência interna é a maior entre as NiCd o que permite manter por mais tempo a bateria carregada.
Estendida - Com resistência interna média e maior capacidade de carga em relação aos outros tipos com o mesmo tamanho de célula.
Rápida - Usada para motores elétricos, etc. Por sua baixa resistência interna permite a carga e descarga rápida.
A Sanyo acrescenta ao final da identificação de suas células a letra "E" para Estendida e "R" para Rápida.
É importante saber que um fabricante idôneo ao montar uma bateria faz um casamento entre as células levando em conta também o tempo de carga. Este cuidado evita que algumas células do pack sofram sobrecarga enquanto outras não chegam a atingir a carga total o que degradaria a bateria em pouco tempo. Esta seleção consome tempo e trabalho. Portanto, tem reflexos no custo da bateria.
CUIDADOS NECESSÁRIOS
Relação de cuidados a serem tomados com as baterias de Níquel-Cádmium:
- Não permita sobrecarga, principalmente quando estiver usando carga-rápida.
- Não permita que a bateria descarreque abaixo de 0,9 volts por célula.
- Não use carga-lenta em baterias próprias para carga-rápida.
- Proteja a bateria contra pancadas e vibrações.
- Faça a ciclagem periódica da bateria (processo de descarga e carga total controlada da bateria)
- Mantenha um acompanhamento da capacidade da bateria.
- Verifique periodicamente a voltagem de cada célula da bateria. Se houver alguma diferença significativa não utilize mais a bateria.
O MELHOR INVESTIMENTO
Hoje com a diversidade de aplicações que envolve baterias, o melhor investimento que o aeromodelista pode fazer é adquirir um carregador "inteligente". O custo de uma queda ou acidente por causa de falha de bateria é muito superior ao preço de um carregador inteligente. E mais; o ganho com a longevidade e performance de suas baterias amortizam em pouco tempo o investimento. Isto sem contar a despreocupação com cálculos de amperagem correta, tempo de carga, quantidade restante de carga, etc.
Existem no mercado vários carregadores inteligentes adequados à correta manutenção das pilhas NiCd como: TRITON (GPMM 3150)da Great Planes,IntelliPeak (DTXP 4120) e IntelliPeak ICE (DTXP 4170) da Duratrax e outros mais.
Voltar topo
Matéria:
http://www.dinizesteves.com.br
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
Aqui está a segunda parte do rádio JR 12X que teve início no post do dia 09 de agosto de 2008.

Um rádio bonito tem que ter uma maleta bonita…
Embora não tenha deixado explícito, os comentários que estou fazendo referem-se ao transmissor JR 12X modelo – JRP1200: 12X 2.4 Ghz A/S/H e programação ACRO – avião.

Transmissor JR 12X.
O rádio JR 12X tem suas funções desdobradas em dois menus: System (sistema) e Function (função).
Acessando o menu System ou System Mode
Normalmente a programação de um novo modelo tem início com o acesso ao System Mode. É neste menu que o modelo é selecionado, o nome, tipo e configurações importantes são programadas.
Pressionar e manter pressionado o botão ENT enquanto se liga o transmissor. A tela do System Mode e as opções disponíveis são mostradas na foto a seguir.

Tela do transmissor JR 12X mostrando o Menu System.
84: Model SEL – permite a programação de 50 diferentes modelos, que são armazenados em 50 memórias individuais.
81: MDL Name – possibilita configurar o nome do modelo com até 16 caracteres.
28: MDL Reset – apaga todas as configurações programadas – para o modelo selecionado – retornando a configuração de fábrica.
89: Type SEL - permite a seleção do tipo de modelo entre: HELI – helicóptero; ACRO – avião ou GLID – planador.
83: Trim SYS – possibilita o ajuste de sensibilidade dos trims digitais e dos trims do Flap e Aux (direita e esquerda).
91: STK Pos SW – possibilita que as posições dos sticks do profundor, aileron, acelerador e leme sejam pré-programadas para ligar e ou desligar mixes, alterar curva de aceleração, alterar diferenciais, disparar cronômetro (timer) etc.
92: FM Name – Flight Mode Name ou nome do modo de vôo – com até seis caracteres – é a configuração de um modelo – dual rate, exponencial, mixes programados, sistema de flap etc – para a realização de manobras específicas. São disponíveis cinco modos de vôo.
86: Transfer – para a transferência de um modelo para outro transmissor JR 12X ou para um computador.
97: Warning – função que pode ser programada para acionar um alarme sonoro para uma dada situação, como condição de vôo, posição de chave, posição do stick do acelerador em posição não apropriada, quando o transmissor é ligado.
Um aviso sonoro é acionado toda vez que stick do acelerador estiver acima de 10% de sua mínima posição e o transmissor for ligado, sendo que nenhum sinal é transmitido. Esta programação é default (padrão) de fábrica.

Tela do transmissor JR 12X com o aviso de Warning!, com indicação do stick do acelerador, causador do aviso de atenção.
98: Settings – permite programar a luminosidade da tela, luz de fundo e sinal sonoro ligado ou desligado.
17: Device SEL – opção utilizada para ativar ou inibir:
• Flight Modes (todos os 5)
• Throttle Hold
• Flap Trim
• Trim Common – permite a escolha entre COM – que é a posição dos trims digitais (profundor, aileron e leme) comum a todos aos modos de vôo (Flight Mode); e F.M. que é a posição dos trims digitais independentemente para cada Flight Mode
• atribuições de Switch, Lever and Knob
• ativar ou inibir Switches/Channels
• ativar ou inibir o Governor
• ativar ou inibir o Gyro
• ativar ou inibir a função Pitch Curve Function
• ativar ou inibir o Flap System
• atribuições de Functions e Channel para os Switch, Knob ou Lever desejado.
- Switch assigns ability: quando da atribuição de chave, tem-se disponível uma figura do transmissor mostrando o nome e a posição de cada stick, switch, knob ou lever. Embora a ilustração do manual não seja das melhores, a figura que aparece na tela do transmissor é impressionante.
22: Wing Type - possibilita a escolha de:
- 4 diferentes tipos de asa (NORMAL, FLAPERON, DELTA e 4 – Aileron – quando dois servos são utilizados para acionar cada aileron;
- asa em delta;
- Dual Control – para a situação de uso de dois servos para aileron, profundor, leme e flap;
- Twin Engine – para um segundo canal de acelerador e trim, no caso de aviões bimotores.
Acessando o menu Function ou Function Mode List
O menu Function contém as programações que completam a configuração e o ajuste das características de vôo do avião.
Com o transmissor ligado, basta pressionar o botão List, segundo de cima para baixo, ao lado da tela, para aparecer as seguintes opções, ilustradas na foto a seguir:

Tela do transmissor JR 12X mostrando o Menu Function
11: REV. SW: Servo Reversing – reversão de canais.
12: TRVL ADJ.: Travel Adjust– ajuste dos limites de movimento dos servos.
13: D/R & EXP - Dual Rate e Exponential – três situações, uma vez que as chaves de acionamento são de três posições.
15: Sub Trim.
16: THRO Hold — pode ser usado como mata motor (kill switch ou throttle cut).
18: THRO CURV. Throttle Curve – são disponíveis duas curvas de aceleração multi-pontos para cada motor, em um total de quatro curvas de aceleração.
24: SRV. Speed: Servo Speed – dois conjuntos de redução de velocidade, para cada direção do servo são possíveis.
31: Snap Roll – permite a programação de Snap Roll.
32: DIFFEREN.: Aileron Differential – possibilita a redução do movimento do aileron para um sentido sem afetar o outro.
33: Balance – para sincronizar dois servos que acionam simultaneamente uma superfície de controle.
44: Gyro SENS: Gyro Sensor – ajuste do ganho sistema de ganho do giro.
45: Governor – ajuste de rotação do Governador.
62: AILE- RUDD: Aileron to Rudder Mix.
63: ELEV- FLAP: Elevator to Flap Mix.
64: RUDD- A/E: Rudder to Aileron/Elevator Mix.
66: FLAP SYS.: Flap system.
51: PROG. MIX1: Program mix 1 - Standard programmable mix.
52: PROG. MIX2: Program mix 2 - Standard programmable mix.
53: PROG. MIX3: Program mix 3 - Standard programmable mix.
54: PROG. MIX4: Program mix 4 - Multi-Point or Curve programmable Mix (oito posições programáveis).
55: PROG. MIX5: Program mix 5 - Multi-Point programmable Mix.
56: PROG. MIX6: Program mix 6 - Multi-Point programmable Mix.
57: PROG. MIX7: Program mix 7 - Multi-Point programmable Mix.
58: PROG. MIX8: Program mix 8 - Multi-Point programmable Mix
67: AILE-FLAP: Aileron-To-Flap,
68: PIT. CURV: Pitch Curve – para controle de hélices de passo variável.
75: Monitor – mostra o movimento de cada canal quando sticks, levers e switches são acionados. Os nomes dos canais são alterados de acordo com as atribuições feitas.
76: MIX MON: Mix Monitor – mostra todas as funções de mixes, dual channels, wing types e snap roll.
77: Fail Safe.
78: Trainer – função treinador.
87: Timer – sistema com três cronômetros: (a) tempo integrado total para o modelo selecionado; (b) Countdown timer; (c) Stopwatches. Os cronômetros podem ser acionados por várias chaves.
O que eu penso do JR 12X:
Sem esquecer o passado, quando utilizei por m,ais de seis anos o JR 10X, programável através de tela sensível ao toque (touch screen) e do JR X9303 2.4 GHz, que uso atualmente, é impossível não se encantar pelo JR 12X.
A ergonomia da caixa lembra muito o JR 10X, as funções comuns aquele transmissor tem a mesma numeração e a facilidade de programação é ainda maior e muito intuitiva.
Do JR X9303 o 12X herdou o seletor giratório (Rolling selector), que é bastante prático e fácil de usar.
Sem a menor dúvida, o sistema JR 12X é um item muito desejável para qualquer aeromodelista.
Apenas fico perguntando porque foi mantida a numeração das funções, como no 10X, já que não encontrei uma forma de acessá-las pelo código? Será que no futuro virá uma versão touch screen?
Bibliografia consultada:
JR 12X: Instruction and Programming Manual.
JR 12X: Applications and Programming Guide.
12X Quick Start Guide.
Links:
http://www.flyinggiants.com/
http://www.jrradios.com/
http://www.rcuniverse.com/
http://www.spektrumrc.com/
As fotos deste post, no formato 1600 x 1200 pixels podem ser baixadas do meu álbum do Picasa.
Pictures in 1600 x 1200 pixels can be downloaded from my Picasa Album
Voltar topo
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
JR 12X em detalhe - Parte 1
Embora nem todas as pessoas gostem de ler textos longos e eu tenha tentado fazer o post sobre o rádio JR 12X o mais objetivo e breve possível, não obtive êxito, de forma que o tema será dividido em duas partes.
Comentários e questionamentos são bem-vindos.
Rádio Controle de 12 canais com tecnologia Spektrum™ 2.4GHz DSM®:
a caixa, a maleta e o que vem dentro…

Caixa e maleta do rádio JR 12X

O transmissor JR 12X vem muito bem embalado dentro da maleta e da caixa.
Um pouco de teoria…
A normatização do espectro de rádio freqüência é de responsabilidade da ITU Radiocommunication Sector (ITU-R), que é um sub-setor da International Telecommunication Union (ITU) que cuida da rádio comunicação em todo o mundo.
A faixa de freqüências compreendidas entre 2.4 GHz e 2.5 GHz com centro em 2.45 GHz, é reservada internacionalmente para uso industrial, científico e médico (industrial, scientific and medical – ISM), além de comunicação, livre de licenças de operação.
Uma exigência da regulamentação é que os dispositivos que operam nesta faixa sejam imunes a interferência de equipamentos ISM. Ou seja, um dispositivo não pode interferir na comunicação e na operação de outro.
Equipamentos que fazem uso corriqueiro da banda de 2.4 GHZ compreendem telefones sem fio, redes de computadores e dispositivos sem fio (wireless).
Os atuais rádios controles da JR e Spektrum utilizam uma forma de transmissão denominada tecnologia Spektrum™ 2.4GHz DSM® DuaLink®, que é a transmissão digital modulada em duas freqüências simultaneamente, com o receptor recebendo e decodificando ambos os conjuntos de informação.

Close-up do transmissor JR 12X.
A tecnologia Digital Spectrum Modulation – DSM é apoiada em uma versão otimizada do Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS), operando em espectro amplo (spread spectrum), em uma única freqüência selecionada. A DSM usa a faixa de freqüências entre 2.400 e 2.483 GHz e a divide em 80 canais – freqüências – individuais, com um identificador codificado único (Globally Unique Identifier – GUID).
Quando o transmissor é ligado, ocorre uma procura automática de um canal livre para se comunicar com o receptor, de modo que o transmissor e o receptor não usam apenas uma freqüência fixa. Isto gera uma isolação de canal, permitindo que o usuário ligue seu rádio sem se preocupar com a possibilidade de outros rádios estarem ligados.
Outros benefícios da tecnologia Spektrum™ 2.4GHz DSM® são a (1) latência extremamente baixa. Latência é o tempo que um comando leva desde o acionamento do stick do transmissor até ter sua ação efetivada no modelo. Isto implica em uma resposta imediata da superfície de comando do avião a um movimento do stick do transmissor; e (2) a boa imunidade a ruído de rádio freqüência, como o gerado pelo atrito de metal com metal, que geralmente não é superior a 300 MHz.
Os rádios transmissores JR 12X

O transmissor JR 12X lembra o antigo JR 10X, com sua tela touch screen.
Os botões de programação são semelhantes ao do JR X9303.
Os transmissores de rádio controle JR de 12 canais tem uma agradável ergonomia, com caixa de magnésio, que lembram os transmissores JR 10X. Com três trims digitais (aileron, profundor e leme) e um trim mecânico, para o acelerador, são disponíveis em duas variantes:
- JRP1200: 12X 2.4 Ghz A/S/H com programação para avião, planador e helicóptero, compatível com todos os receptores Spektrum e JR DSM.
- JRP1210 12x 72/2.4 MV A/S/H com programação para avião, planador e helicóptero, compatível com todos os receptores Spektrum e JR DSM e com receptores JR PCM e PPM com o módulo TSM-72A.

Observar a diferença entre os trims digitais do profundor, aileron e leme e o trim mecânico do acelerador.
No canto superior esquerdo do stick do acelerador e motor e no canto superior direito do stick do
profundor e aileron encontram-se trims left e right
que podem ser usados como chave trainer ou atribuídos a um canal de flap e um auxiliar.
Os rádios JR 12X contam com a tecnologia ModelMatch™ que impede o acionamento de um modelo não desejado, a partir de uma escolha incorreta de modelo no transmissor.
O model match é estabelecido através de um processo chamado BIND que estabelece o casamento do receptor com o receptor, para determinado modelo, de forma que o receptor reconheça somente um transmissor específico, ignorando sinais provenientes de outras fontes.
ServoSync™ é uma alteração no seqüenciamento dos bits de dados transmitidos em função das mixagens selecionadas. Dois servos, operando juntos, recebem seus impulsos ao mesmo tempo, resultando em um movimento sincronizado dos dois dispositivos.
Os dados pré-programados são armazenados em uma memória do tipo Flash. A resolução é de 2048 bits; a tensão de operação é de 9.6 V e a bateria do transmissor de 2.000 mAh NiMH permite cerca de oito horas de operação. O alarme de nível baixo (BATT LOW) é disparado quando a tensão da bateria atinge 9.0 V.
Não é recomendado o uso de baterias de três células de LiPo (lítio polímero).
Um conjunto de 3 células, totalmente carregado, tem uma tensão de saída de 12,6 V,
que pode sobrecarregar o transistor regulador de potência,
ocasionando danos ou falhas, possivelmente durante o vôo.

Vista posterior do transmissor JR 12X, podendo-se ver o módulo DSM 2.4 Ghz
e a bateria de 2.000 mAh de NiMH.
O transmissor JR 12X é compatível com os receptores atuais Spektrum e JR para aviões, a saber:
• AR6000 6-channel Parkflyer
• AR6100 6-channel 3.5-gram Parkflyer
• AR6100e 6-channel 3.5-gram end pin Parkflyer
• AR6200 6-channel full range
• AR6300 6-channel 2-gram Nanolite slow and micro flyer
• AR7000 7-channel full range
• AR9000 9-channel full range
• AR9100 9-channel PowerSafe™ full range
• R921 9-channel full range
• R922 9-channel PowerSafe full range
• R1222 12-channel PowerSafe full range
O receptor JR R1221

Receptor JR R1221 com três receptores remotos conectados.
O receptor JR R1221, de doze canais, opera com tensões entre 3.5 V e 10.0 V. Conta com uma antena interna e três receptores remotos. Para efeito de comparação, o receptor JR R921 tem duas antenas na unidade principal e possibilidade de instalação de mais dois receptores remotos.
É recomendado que a tensão mínima fornecida pela bateria seja de 4,8 V quando da realização
do processo de Bind e teste de distãncia de funcionamento do conjunto transmissor e receptor.
A transmissão multi-redundante em duas freqüências (DuaLink®) somada ao fato dos quatro receptores
estarem localizados em posições diferentes no avião, cria uma forte conexão (link) de rádio freqüência
nas mais diversas situações.
É importante mencionar que uma antena simples e eficiente é o dipolo de meia onda, que tem um
compromisso de sua dimensão física com o comprimento de onda. Uma freqüência centrada em 2.483 GHz
tem um comprimento de onda de 12 cm, que é o resultado da velocidade da luz (300.000 km/s) dividida pela freqüência.
Então, em termos práticos, um dipolo de meia onda, para operação em 2.4 GHz mede cerca de seis centímetros.
O receptor R1221 tem quinze portas:
Doze portas para os canais 01 a 12;
Duas portas para conexão de baterias;
Uma porta para conexão do plug de Bind ou de Flight Log, que permite verificar o desempenho dos receptores durante o vôo.

Detalhes das quinze portas do receptor JR R1221.
Uma característica presente no R1221, assim como em todos os novos receptores Spektrum e JR, é o QuickConnect™ que reinicializa o sistema em menos de 0.25 segundos, caso ocorra alguma falha de alimentação de energia.
Dois tipos de Failsafe: SmartSafe™ e um failsafe pré-programado são disponíveis no R1221.
Somente o receptor R1221 com bateria conectada e ligada
Na situação na qual apenas o receptor JR R1221 esteja energizado, ou seja, sem sinal do transmissor presente, a saída do canal do acelerador não tem nenhum sinal.
Em modelos com motor elétrico, isto previne que o controlador eletrônico – speed control – seja armado. No caso de aviões com motor glow ou a gasolina, o servo do acelerador não recebe nenhum sinal, de forma que ele permanece na posição em que se encontrava.
Todos os demais canais são acionados para suas posições de fail-safe.
Bibliografia consultada:
JR 12X: Instruction and Programming Manual.
JR 12X: Applications and Programming Guide.
12X Quick Start Guide.
Links:
http://www.flyinggiants.com/
http://www.jrradios.com/
http://www.rcuniverse.com/
http://www.spektrumrc.com/
As fotos deste post, no formato 1600 x 1200 pixels podem ser baixadas do meu álbum do Picasa.
Pictures in 1600 x 1200 pixels can be downloaded from my Picasa Album.
Matéria:
http://www.lineu.info/blog/?p=875
Voltar topo
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
Spitfire GS 160
Primeiras fotos de um Spitifire da The World Models (Radar) que flagramos em processo de montagem. Não é um avião em escala exata, mas é muito bonito.
O modelo tem 2.030 mm de envergadura; comprimento da fuselagem de 1.730mm e será acionado por um motor glow (metanol) Saito 180.
First photos of a The World Models (Radar) Spitfire that I discovery in assembly process. This plane isn’t a true scale, but is very beautiful.
The plane has a wing span of 2,030 mm, the fuselage length is 1,730 mm and the engine will be a Saito 180 glow (methanol).








Matéria:
http://www.lineu.info/blog/?p=865
Voltar topo
|
|
| |
|
|
|
|